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Maurício Germano Canta Jackson do Pandeiro

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O paulistano Maurício Germano já liderou a banda “Santo Groove” - com CD independente já lançado - e prioriza os ritmos brasileiros, em arranjos que experimentam e costuram algumas de suas nuances. Acaba de se lançar em carreira solo no projeto intitulado “Samba, Sambinha e Sambão”: um trabalho de composições autorais de sambas, no qual mostra parte de suas influências oriundas de compositores como Adoniram Barbosa, Eduardo Gudim, Cartola, Paulinho da viola, Chico Buarque, entre outros. O CD tem ainda duas músicas de parceria com Renato Godá e Tatto Ferraz, além de participações de cantores e músicos como Juliana Aquino, Anamaria Leme, Tito Amorim, Zé Barbeiro, Roberto Angerosa entre outros. Distribuído pelo selo da Tratore, está também disponível no iTunes e em diversos canais na web.

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Cinepiano Tony Berchmans


O cinema mudo na verdade nunca foi totalmente mudo. Quase sempre as projeções cinematográficas deste período eram acompanhadas por música executada ao vivo. Da figura histórica do pianista improvisador até grandes orquestras sinfônicas, o espetáculo da sétima arte se desenvolveu na companhia da trilha sonora interpretada ao vivo.

Desafiador exercício de improvisação e sincronismo, o acompanhamento musical de filmes em tempo real é uma experiência audiovisual única. A música narra as cenas com precisão e, na falta dos diálogos e sons, ela ajuda a contar a história, estabelecendo andamentos, climas emocionais, ambientações dramáticas e pontuações cômicas. O músico do cinema mudo precisava contar com um enorme vocabulário de ferramentas de interpretação, num veloz ritual de criatividade, técnica e sensibilidade.

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Jurema Pessanha Apresenta “Os Afro-Sambas” de Baden e Vinícius de Moraes

Apresenta “Os Afro-Sambas” de Baden e Vinícius de Moraes

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No início dos anos sessenta Vinicius de Moraes foi presenteado pelo baiano Carlos Coqueijo Costa com um exemplar do LP Sambas de Roda e Candomblés da Bahia, disco esse que impressionou profundamente o poeta descortinando para ele uma vertente da música popular que ele ainda não havia descoberto. Vinicius então mostra o disco a Baden Powell seu parceiro mais constante na ocasião e este também se encanta. Em 1962 Baden visita a Bahia para apresentar um show com Silvia Teles no Country Club, familiariza-se com artistas e intelectuais baianos, demonstra seu interesse pelas tradições afro baianas e acaba sendo apresentado ao capoeirista Canjiquinha que o leva a terreiros, rodas de capoeira e o mais importante interpreta para ele os cânticos e sons do candomblé. Baden fica fascinado, não propriamente pelo sentido místico do que vira, mas sim pela beleza das harmonias do que ouvira.

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Cida Gonçalves
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