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ZÉ EDUARDO

ZÉ EDUARDO

  • >: MPB

Sirva-se à vontade

A receita é simples: Cantar o antigo, a tradição, o novo e a ruptura.

Zé Eduardo festeja a música brasileira misturando o centro com a periferia, a tradição com a modernidade. Se destaca pela técnica apurada e muito cuidado ao misturar estes ingredientes.
Ele não está sozinho: nesta cozinha se percebe um brilhante trabalho em equipe. Recheado de feras convidados, este novo álbum é um desfile da nata instrumental da atual cena paulistana.
Finamente trabalhadas, as músicas deixam Zé Eduardo à vontade pra desfilar suas habilidades como cantor no samba, no pop, na dança, no Brasil.
Em arranjos refrescantes e arejados de Rafael Moraes (RaMo produções), dupla de mais de 10 anos de afinação, Zé Eduardo abraça o antigo pra se jogar no novo.

O acarajé e a música

Desde quando foi criado, o popular Acarajé, feito pra matar a fome, ganhou até grife. Apesar de ter se tornado um produto de mercado, o bolinho não perdeu sua identidade.
Nossa música popular carrega uma contradição latente. Se por um lado é filha da moderna sociedade capitalista, da urbanização e do mercado de massas, por outro se apresenta como depósito vivo das tradições e da memória coletiva. Mesmo sendo produto de uma ruptura, articula-se enquanto tradição.
A História
Assim é com o Zé Eduardo: Nasceu para o velho botar a roupa nova e sair para dançar.
Nasceu em 1970, em Pinheiros, bairro de São Paulo e logo de cara começou a escutar uma mistura de músicas e sons. Era sambarock e forró lá no bairro de Santa Emília, no Embú - sp, onde passava férias, via e participava de muita festa de rua. Aos 8, 9 anos, pegou no violão.
Cresceu, Virou do mundo. Junto com o estouro da MPB, o fino do rock progressivo e aos 14 anos chegou no rock/pop. Eram os anos 80, daí veio também o rock nacional. Foi quando começou a cantar e não parou mais: muito baile sambarock, muita Black Music. James Brown, Stevie Wonder. O hit “Sossego”, do gigante Tim maia, furou na sua vitrola.
Let´s groove
Na época, todo mundo tocava rock ou samba, mas o Zé chegou e adicionou generosa porção de groove nessa receita e seu trabalho ganhou a força mágica de fazer dançar. Em 2005 fundou a Banda Sambasoul: timaço com 11 feras de muito sucesso na noite paulista. Já em 2010 elaborou o projeto Fechado pra Balanço, mais enxuto, com 5 integrantes e fez da dança seu ingrediente principal. Impossível ficar parado. Disso e daquilo, foram em mais de 20 anos em inúmeros shows.

Agora o projeto pessoal, o Álbum ZÉ, que já traz 3 anos de dedicação faixa a faixa. No link um vídeo gravado ao vivo com a banda completa tocando o material do disco que está por vir. A banda tem na bateria Bruninho Marques, no contra baixo Davi Índio, na guitarra,violão, cavaco e dobro o super produtor Rafa Moraes, no teclado Billy Magno, no trompete Natan Oliveira e no trombone Glaucio Santana , músicos maravilhosos e da pesada! O disco vai sair pela Por do Som e todo apoio será muito bem – vindo!

Confira “Doido Varrido”:

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Cida Gonçalves
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